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ODS 11 e as empresas: o papel do poder privado para uma urbanização sustentável e inclusiva

ODS 11 e as empresas: o papel do poder privado para uma urbanização sustentável e inclusiva

Entenda a relação entre o avanço do ODS 11 e as empresas e saiba como o setor privado pode ajudar a tornar as cidades mais sustentáveis e inclusivas 

No primeiro artigo sobre o ODS 11, falamos sobre a importância das cidades para o desenvolvimento sustentável e analisamos como a urbanização mal planejada pode contribuir para o agravamento de problemas como mudanças climáticas, desigualdades sociais e falta de moradia digna. 

Como destacamos, o caminho para garantir um futuro melhor para as pessoas que vivem nas cidades e para os ecossistemas que são impactados por elas passa por investir em uma urbanização mais sustentável e inclusiva.
Ou seja, é preciso colocar em prática ações para garantir o avanço das metas do ODS 11: “Tornar as cidades e comunidades mais inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis”.

Neste artigo, nosso foco é o papel do setor privado nesse processo. Ao fim da leitura, você vai conseguir responder: “afinal, como as empresas podem ajudar a promover uma urbanização sustentável e inclusiva?” 

Leia também: Urbanização sustentável e inclusiva: desafios para o avanço do ODS 11

Desafios prioritários para o desenvolvimento sustentável das cidades 

Em geral, quando o assunto é urbanização, pensamos em políticas públicas e ações governamentais. 

Contudo, o poder privado também desempenha um papel vital para o desenvolvimento sustentável das cidades. Afinal, as organizações oferecem meios de subsistência e serviços importantes para as populações urbanas. 

Nesse sentido, elas podem contribuir diretamente para o avanço do ODS 11 por meio de parcerias com os municípios e oferecendo serviços que melhorem o acesso à habitação de qualidade, transporte e infraestrutura. 

Além disso, o setor privado é fundamental para obter o investimento necessário para a construção de ambientes urbanos mais sustentáveis e inclusivos. 

Sendo assim, é importante que as organizações foquem suas ações e investimentos em áreas que mais impactam a qualidade de vida dos cidadãos e que têm maior potencial de acelerar o desenvolvimento sustentável nas cidades – como, por exemplo:

  • Habitação adequada e acessível;
  • Facilitação de acesso a serviços básicos de qualidade;
  • Desenvolvimento de infraestrutura sustentável e inclusiva.

 O relatório Future of Cities, desenvolvido pelo think tank Future Agenda, indica que os três principais obstáculos que as cidades precisam superar nos próximos anos são:

  1. Gerenciar a crescente migração para as cidades;
  2. Combater a desigualdade de acesso a serviços, moradia e infraestrutura adequadas;
  3. Garantir o desenvolvimento de infraestruturas sustentáveis, que gerem cidades mais saudáveis.

Nos slides abaixo, detalhamos melhor os principais desafios para o desenvolvimento sustentável nas cidades e que apontam as prioridades de investimentos:

Como as empresas podem apoiar o avanço do ODS 11?

De maneira geral, o setor privado pode impulsionar o avanço do ODS  11 – e da Agenda 2030 como um todo – de três maneiras:

Por meio de investimentos e contribuições financeiras

Além de contribuir com as receitas fiscais, o setor privado pode participar do financiamento de projetos de desenvolvimento sustentável e direcionar seus investimentos para projetos orientados para os ODS. Isso pode aliviar o peso do orçamento público – especialmente no ODS 11, em que os projetos são em sua maioria de capital intensivo e de longa duração. 

Gerenciando projetos

As empresas podem utilizar sua expertise para contribuir com a entrega de projetos de infraestrutura de qualidade, garantindo a eficiência no uso de recursos. Aliás, a participação do setor privado na prestação de serviços públicos de utilidade tem demonstrado melhorias significativas na acessibilidade e na qualidade desses serviços, como evidenciado por um estudo do Banco Mundial. 

Alinhando suas estratégias aos ODS

O setor privado pode avaliar e abordar melhor seus impactos ambientais e sociais nas cidades ao adotar uma estrutura de relatórios integrados e realizar a devida diligência ao longo da cadeia de suprimentos. Além disso, ao investir em soluções inovadoras e sustentáveis, as empresas podem contribuir para a transformação da forma como as cidades e comunidades são construídas e gerenciadas. 

Leia também: Boas práticas em relatórios de sustentabilidade

ODS 11 e as empresas: ações práticas

Segundo o SDG Compass, ferramenta que ajuda negócios a alinharem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável às suas estratégias, estas são algumas ações e soluções que as empresas podem adotar para contribuir para o avanço do ODS 11: 

  • Desenvolver conjuntamente e/ou participar de uma comunidade sustentável que reúna partes interessadas relevantes por meio de uma plataforma comum e neutra para analisar, discutir e agir em conjunto sobre funcionalidade urbana, resiliência e desenvolvimento sustentável. 
  • Usar a expertise tecnológica da empresa para ajudar a desenvolver a capacidade dos proprietários de edifícios, com foco em fornecer soluções que melhorem a eficiência energética nos prédios e permitam práticas de gestão de resíduos mais sustentáveis. 
  • Colaborar com cidades e governos para encontrar soluções para as necessidades futuras de mobilidade que minimizem o impacto ambiental, tornando o transporte mais seguro e acessível para todos. 
  • Reformar as estratégias de investimento em finanças do setor privado para apoiar o desenvolvimento urbano integrado e sustentável, como transporte sustentável, edifícios de baixo carbono e infraestrutura resiliente. 
  • Investir em infraestrutura segura e sustentável na comunidade e/ou cidade de operação, incluindo iluminação, transporte, sistemas de alarme etc. 
Leia também:  Inovação e sustentabilidade na infraestrutura e na indústria: o ODS 9 e o papel das empresas 

Além disso, o guia Blueprint For Business Leadership On The SDGs também traz diretrizes para apoiar os empresários no caminho para o progresso do ODS 11.

O relatório apresenta exemplos de ações que as empresas podem desenvolver para engajar de forma efetiva na construção de um ambiente urbano mais sustentável e inclusivo. São elas:

1) Pesquisar, desenvolver e implementar produtos e serviços que melhorem o acesso a edifícios resilientes, transporte, áreas verdes e utilidades públicas

Exemplos práticos: 

  • Uma empresa de infraestrutura garante que suas estratégias de gerenciamento de resíduos abranjam todo o processo, desde a demolição, disposição de resíduos, transporte e destinação ou disposição final. 
  • Uma empresa agrícola desenvolve produtos inovadores de agricultura vertical usando sistemas de irrigação de circuito fechado. Dessa forma, consegue fornecer acesso a vegetais frescos em áreas urbanas durante todo o ano.

 Dicas para implementar ações como essas: 

  • As áreas urbanas envolvem um grande grupo de partes interessadas, que devem ser incluídas nas decisões sobre como estruturar e conectar os residentes aos serviços. 
  • Governos, setor privado e comunidades locais têm necessidades diferentes em relação às áreas urbanas. Isso precisa ser levado em conta na execução das ideias, para garantir um equilíbrio nas iniciativas.

2) Proteger e investir no patrimônio cultural e natural

Exemplos práticos: 

  • Um empreendedor imobiliário projeta e gerencia um parque empresarial em torno de características naturais para preservar ecossistemas e habitats existentes, bem como estruturas de terra antigas. 
  • Uma empresa hoteleira coordena toda a sua cadeia de abastecimento para eliminar a descarga de águas residuais e a poluição do ar perto de locais de patrimônio natural e cultural. 

Dicas para implementar ações como essas: 

  • Ações nessa área devem envolver parcerias de longo prazo com todos os stakeholders envolvidos na governança do patrimônio cultural e natural. Isso inclui governos locais e nacionais, organizações da sociedade civil e comunidades regionais. 
  • As empresas devem ter salvaguardas adequadas em vigor e gerenciar cuidadosamente os riscos de impactos negativos sobre os direitos humanos e os ecossistemas vulneráveis.

3) Apoiar o acesso a serviços essenciais no local de trabalho, mercado e comunidade

  • Uma empresa de seguros trabalha em um aplicativo que conecta mulheres em perigo ou em necessidade a delegacias de polícia, hospitais, bancos, instituições legais e institutos de treinamento vocacional mais próximos. O aplicativo tem como objetivo capacitar as mulheres e promover a igualdade de gênero localmente. 
  • Uma empresa nacional de telecomunicações se associa ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e à agência governamental relevante. Por meio dessa parceria é criado um sistema de registro automatizado que coleta informações de nascimento e um aplicativo baseado na web nos hospitais, que cria um registro de identidade legal para cada pessoa. A identidade legal é essencial para garantir o acesso a serviços básicos, como cuidados de saúde e educação, e para a proteção dos direitos fundamentais dos indivíduos, incluindo contra exploração e violência.  

Dicas para implementar ações como essas: 

  • As empresas devem ir além de suas próprias operações. Ou seja, devem incluir a cadeia de valor e as comunidades que cercam as operações de ponta a ponta. 
  • As empresas precisam tomar cuidado para não interferir nas iniciativas existentes de governos e outros agentes. Sendo assim, precisam consultar todas as partes interessadas relevantes para entender onde podem complementá-las.

Boas práticas para as empresas apoiarem o desenvolvimento de cidades mais inclusivas e sustentáveis 

Veja abaixo as recomendações do Pacto Global, movimento que incentiva o alinhamento de estratégias empresariais aos direitos humanos:

ODS 11 e as empresas: 7 marcas que apoiam a urbanização inclusiva e sustentável

Mahindra Home Finance

Mahindra – ODS 11 e as empresas: 7 marcas que apoiam a urbanização inclusiva e sustentável

A Mahindra Finance tem o objetivo de facilitar o acesso a empréstimos para habitação a consumidores rurais e semiurbanos mal atendidos na Índia. 

As taxas de juros da empresa são fixas em vez de variáveis, o que as torna mais acessíveis e fáceis de entender. Além disso, os empréstimos são acompanhados de seguros de vida e de propriedade. E ainda, a Mahindra fornece aos clientes conselhos sobre como abordar o governo local para obter documentação e até mesmo os acompanha para orientá-los no processo. 

Como a maior empresa financeira rural não bancária da Índia, a Mahindra Finance já impactou a vida de mais de 3,6 milhões de pessoas. 

Saiba mais: mahindrahomefinance.com 

Échale

échale – ODS 11 e as empresas: 7 marcas que apoiam a urbanização inclusiva e sustentável

Échale é uma empresa B certificada que atua na produção de moradias sociais, fornecendo inovações em construção, tecnologia e finanças. O modelo de habitação sustentável da Échale oferece uma solução sistêmica para as famílias. 

Através de um programa de autoconstrução assistida, as comunidades são treinadas com as habilidades técnicas adequadas para construir suas próprias casas.

As casas construídas pela Échale são feitas com blocos de terra e equipadas para coletar água da chuva, reduzindo o uso de água municipal em 20%. Além disso, há impactos sociais significativos nas comunidades participantes, incluindo a criação de cinco empregos temporários para cada casa construída. 

Saiba mais: echale.mx

Diagonal

diagonal social - case ODS 11

“Transformar vidas por meio da mudança social e do desenvolvimento sustentável dos territórios.” Esse é o propósito da Diagonal Social, empresa de consultoria de gestão social. A Diagonal ajuda organizações públicas e privadas a elevarem o padrão ESG de suas operações, gerando desenvolvimento e impacto positivo na sociedade. 

A empresa contribui para o ODS 11 por meio dos seu trabalho nas áreas de gestão de territórios periféricos, planejamento e gestão urbana e monitoramento de impactos socioambientais. Além disso, a Diagonal também realiza elaboração de estudos, planos integrados e gerenciamento de programas de desenvolvimento voltados para:

  • Habitação Social;
  • Regularização Fundiária;
  • Saneamento Integrado;
  • Assistência Social (população em situação de rua);
  • Geração de Trabalho e Renda (inclusão produtiva);
  • e Gestão de Desastres Naturais com populações vulneráveis. 

Saiba mais: diagonal.social

Leia também: Urbanismo social e o desenvolvimento sustentável nas cidades

Moradigna 

moradigna - case ODS 11

A Moradigna é um negócio de impacto social que busca mudar a vida de milhões de brasileiros que moram em situação de insalubridade. Para isso, a empresa oferece pacotes de reforma a baixo custo.

A grande facilidade que a Moradigna oferece é a acessibilidade ao crédito. Isso porque a empresa conta com parcerias com instituições financeiras para fornecer um financiamento de forma mais acessível e parcelada aos clientes. Assim, eles podem escolher as condições que mais se adequam à sua realidade. 

Saiba mais: moradigna.com.br

Favela Beta 

favela beta - case ODS 11

Desenvolvido pela Accenture em parceria com a Gerando Falcões, Favela Beta é um programa de transformação social por meio da inovação.

O movimento visa interromper o ciclo da pobreza nas favelas, oferecendo benefícios para as comunidades ao mesmo tempo em que gera valor aos negócios das empresas parceiras. Ou seja, o Favela Beta pretende fazer a ponte com startups e grandes empresas para inovar e resolver problemas comuns às favelas.

O programa é uma alternativa de investimento ESG com foco na criação de soluções transformadoras nas cidades. Assim, a iniciativa também traz a oportunidade para investidores ampliarem seu portfólio de negócios, gerando impacto positivo na sociedade e ajudando a transformar a vida dos moradores – que ganham em inclusão, acessibilidade e qualidade de vida.

Saiba mais: accenture.com

Milenio Bus 

milenio bus - case ODS 11

Essa startup usa inteligência de dados para aprimorar o transporte coletivo, com foco em resolver o problema dos ônibus lotados nas cidades. A empresa desenvolveu um contador de passageiros (CDP) capaz de informar em tempo real onde os ônibus estão e se eles estão vazios. 

Dessa forma, o usuário de transporte público sabe quanto tempo falta para chegar o ônibus e qual é o seu nível de ocupação. 

Além disso, por meio dos dados gerados com o dispositivo da Milenio Bus, as empresas de mobilidade urbana conseguem criar estratégias para o uso mais eficiente das frotas. 

Saiba mais: mileniobus.com.br

Cidades.Co 

cidades.co - case ODS 11

Essa é uma aceleradora de lideranças comunitárias que tem como foco gerar melhorias em praças e parques públicos que foram esquecidos e/ou degradados. 

Criada para coletivos, associações de bairro e empresas que desejam gerar impacto positivo em seus bairros e comunidades, a Cidades.co oferece conteúdos e ferramentas gratuitas que ensinam uma metodologia colaborativa. 

A startup desenvolveu uma plataforma colaborativa em que os grupos de vizinhança podem captar recursos de acordo com seus objetivos e necessidades de revitalização dos espaços urbanos. 

Saiba mais: cidades.co

ONGS que ajudam a acelerar o progresso do ODS 11 

Foto: Habitat para a Humanidade Brasil

Se sua empresa realmente está comprometida com o ODS 11, pode realizar parcerias com outros agentes da sociedade que também estão atuando para diminuir as desigualdades nas cidades e promover um urbanismo mais sustentável. 

Neste sentido, além de se unir a instituições de ensino, governos e até mesmo outras empresas, para ajudar a alavancar o ODS 11 é possível fazer parcerias com ONGs que já atuam nessa causa – caso, por exemplo, das que destacamos a seguir. 

Fundo Fica

A missão do FICA é viabilizar o aluguel para famílias de baixa renda no centro de São Paulo (SP), por meio da compra e/ou gestão de imóveis a partir do financiamento coletivo. Assim, a entidade busca garantir o uso socialmente justo da terra. 

Saiba como apoiar: fundofica.org/apoie 

Gerando Falcões 

A Rede Gerando Falcões é um ecossistema de desenvolvimento social que tem como objetivo transformar a vida dos moradores das favelas. A entidade faz isso através do oferecimento de educação socioemocional, educação profissional, acesso ao trabalho e a tecnologias. 

Saiba como apoiar: gerandofalcoes.com 

Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU) 

O FNRU é uma articulação nacional que reúne movimentos populares, sociais, ONGs, associações de classe e instituições de pesquisa. A entidade tem como missão lutar pelo direito à cidade, modificando o processo de segregação social e espacial para construir cidades mais justas, inclusivas e democráticas. 

Saiba mais: forumreformaurbana.org.br 

Terra de direitos 

A Terra de Direitos defende que a democratização do acesso à terra – seja ela urbana ou rural – é indispensável para uma vida digna. Para isso, luta pela construção de territórios livres da exploração e de práticas sociais coletivas no campo e na cidade a partir dos princípios e ferramentas da assessoria jurídica popular. 

Saiba como apoiar: terradedireitos.org.br 

Habitat para a Humanidade Brasil 

Essa é uma organização que atua para combater as desigualdades e garantir que pessoas em condições de pobreza tenham um lugar digno para viver. A entidade trabalha para influenciar políticas públicas e ampliar o debate sobre a proteção de assentamentos precários e a melhor ocupação das cidades. Além disso, também tem programas que oferecem soluções de acesso à moradia, água e saneamento. 

Saiba como apoiar: habitatbrasil.org.br 

Engenheiros Sem Fronteiras 

Essa organização atua em quatro eixos: sustentabilidade, educação, empreendedorismo e infraestrutura. Os projetos mais realizados pela rede são o de captação de água de chuva, hortas e compostagem, reformas, educação ambiental. Além disso, a entidade tem projetos de apoio estratégico a instituições sociais, escolas e de apoio à geração de renda de indivíduos e/ou comunidades. 

Saiba como apoiar: esf.org.br 

Todos juntos pela evolução do ODS 11

A construção de cidades mais inclusivas e sustentáveis demanda a participação da sociedade como um todo – governos, cidadãos, instituições e setor privado. 

No entanto, as empresas em especial têm o potencial de liderar essa transformação, por meio da participação ativa em iniciativas públicas e pelo oferecimento de serviços, produtos e modelos de negócios que contribuam para diminuir as desigualdades e impacto ambiental nas cidades. 

Mais do que isso, agir em prol de um ambiente urbano mais limpo e justo é imperativo para as organizações que desejam se manter relevantes no mercado. Afinal, fica cada vez mais claro que o modelo econômico atual – focado no lucro acima de tudo – não é sustentável no longo prazo. 

Ou seja, o caminho para um futuro mais resiliente, inclusivo e sustentável passa por desenvolver processos empresariais que sejam bons para as pessoas e para o planeta. Então, guiar-se pelas metas do ODS 11 é um excelente caminho para empresas que desejam participar ativamente da construção dessa nova economia. 

Esperamos que as histórias apresentadas e as reflexões propostas neste artigo lhe ajudem a encontrar formas de fazer a sua parte – seja individualmente, apoiando causas que apoiam o avanço do ODS 11, ou por meio de ações empresariais focadas nessa causa. 

Conhece ou trabalha em uma empresa que está agindo para contribuir para o avanço do ODS 11? Deixe um comentário com sua indicação ou entre em contato conosco. Essa é uma lista viva e poderá ser atualizada com as suas sugestões.

Materiais de apoio: 

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Francine Pereira

Jornalista, especializada em criação de conteúdo digital. Há mais de 10 anos escrevo sobre tendências de consumo, inovação, tecnologia, empreendedorismo, marketing e vendas. Minha missão aqui no A Economia B é contar histórias de empresas que estão ajudando a transformar o mundo em um lugar mais justo, igualitário e sustentável.

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